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GT de Política de Classe, Étnico-Raciais, Gênero e Diversidade Sexual - GTPCEGDS
O GTPCEGDS-ADUSB, ao tomar conhecimento das recentes notícias de violência e mortes que assolam os povos indígenas, manifesta profunda indignação e repudia veementemente essas ações criminosas, exigindo apuração dos fatos, justiça e proteção para as lideranças e comunidades ameaçadas.
Segundo as denúncias da Apib e da impressa brasileira a escalada de violência contra os povos indígenas tem se intensificado. Os relatos dão conta de pelo menos cinco assassinatos ocorridos em poucos dias, acompanhados de outros atos de violência, como ameaças à segurança de comunidades, ataques patrimoniais e físicos contra lideranças e pessoas idosas. A conjuntura pós-eleitoral tem se agravado de forma preocupante, uma vez que o discurso de ódio e a perseguição política, estimulados por setores da extrema-direita, têm como consequência o acirramento da violência no campo, utilizada como ferramenta de silenciamento. A disputa por territórios e a negação do direito originário à terra têm custado a vida de lideranças e a paz de comunidades inteiras.
Diante deste quadro de flagrante violação dos Direitos Humanos. É inaceitável que as ameaças e os crimes permaneçam sem a devida apuração. É importante que o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) investiguem de forma imediata e rigorosa todos os assassinatos e atentados, garantindo a identificação e a devida responsabilização dos envolvidos.
Por fim, reafirmamos que a luta pela democracia e pelos direitos humanos é indissociável da luta pela demarcação das terras indígenas e pela garantia da vida dos povos originários.
A ganância e o ódio da extrema direita seguem ceifando vidas e violando os direitos dos povos originário, sob o pretexto de explorar as terras raras, esse projeto atenta contra a nossa soberania nacional.
Diante disso, reafirmamos que as terras indígenas são território de resistência. Enquanto essa ofensiva não for barrada, não haverá justiça social.
O GTPCEGDS-ADUSB manifesta sua solidariedade classista e convoca a categoria a cerrar fileiras ao lado dos movimentos que exigem o fim dessa violência e a garantia dos direitos constitucionais. Defendemos a vida e a resistência indígena como pauta indissociável da luta dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação pública.
Pela Vidas dos Povos Indígenas! NÃO recuaremos!"
Denuncie e proteja nossos povos originários!
???? *CANAL DE DENÚNCIAS DO MPI:*
*(11) 98202-5433*
Clique aqui e acesso o documento
Profa. Dra. Alda Fátima de Souza
Diretora da Secretaria Regional da ADUSB
Coordenadora do GTPCEGDS
Campus de Jequié