#8M | Participe das atividades em defesa da mulher trabalhadora

O Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras se aproxima e a Adusb convoca todas/os sindicalizadas/os a se somarem às atividades organizadas nos campi da Uesb e nas ruas. O 8 de março reafirma pautas urgentes, como o combate à violência de gênero, ao feminicídio, a defesa do direito ao aborto e das crianças serem crianças. Também é um grito por justiça, autonomia e equidade para todas as mulheres, sejam elas cis, trans ou travestis. Não existe um modelo universal de mulher e a luta feminista precisa combater a transfobia e garantir a vida e os direitos das mulheres trans e travestis.

Neste ano, as atividades do 8M acontecem em dois momentos:

Vitória da Conquista – Ato público organizado pelo Fórum de Mulheres
08 de março | 09h | Praça 9 de Novembro

Jequié - Plenária e confraternização das mulheres

09 de março | 14h | Organizada pelo Movimento das e dos Atingidas/os por Barragem (MAB) e pela Adusb, na Associação Mandacaru (Rua José Barros Meira, nº 754)

Itapetinga – Palestra no evento Encontros e Reencontros
12 de março | 16h | Sede da Adusb
Palestra com Simone Andrade Gualberto (Grupo Mais Mulheres e professora da UESB/DCEN)
Tema: "Mulheres, resistência e democracia: seguimos em luta"

Pautas urgentes do 8M

De acordo com o Atlas da Violência, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em 2024, 144.285 mulheres sofreram violência doméstica em 2022. Ainda de acordo com os dados, a violência mais comum entre mulheres de 10 a 14 anos é a sexual, já acima dessa faixa etária é a física.

Além disso, o direito ao aborto segue ameaçado. No Brasil, governos estaduais e municipais alinhados ao bolsonarismo seguem criando barreiras para dificultar o acesso ao aborto legal, garantido em casos de estupro, risco à vida da gestante e anencefalia fetal. A criminalização do aborto é a quinta maior causa de morte materna, segundo dados do DataSUS, o que reforça a necessidade de políticas públicas que garantam a segurança e a autonomia das mulheres.

O 8M é um grito por justiça, autonomia e equidade. Não vamos recuar!