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Seguindo a deliberação do 69º CONAD, que indicou o posicionamento para garantir a derrota eleitoral da direita e extrema direita, e em consonância com a Circular nº 407/2026 do ANDES-SN, a Adusb conclama a categoria docente da Uesb a se mobilizar ativamente neste segundo turno das eleições presidenciais.
O Sindicato Nacional nos chama a atuar para eleger Luiz Inácio Lula da Silva, combatendo o projeto de barbárie social, os ataques fascistas e as ameaças aos serviços públicos e à soberania nacional representados pela extrema direita. Não há outra escolha senão a luta!
Para isso, o ANDES-SN orienta que atuemos em articulação com movimentos sociais, estudantis e outros sindicatos, focando nas seguintes frentes:
Nas redes e nas ruas: Diálogo direto com a população para reverter abstenções e votos brancos/nulos.
Nas praças e transportes: Atividades junto à classe trabalhadora, como "universidade na praça e nas ruas" e "café vira voto".
Participação ativa: Organização e presença em atos públicos em defesa da democracia.
ATENÇÃO: Orientações sobre a mobilização no ambiente de trabalho
A circular do ANDES-SN também sugere "mobilizações no ambiente de trabalho". No entanto, a Adusb alerta que, como servidoras e servidores públicos, estamos submetidos à Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Para que possamos fazer a disputa política sem risco de sanções administrativas ou processos por improbidade, é fundamental observar as seguintes restrições dentro da Uesb:
Fora do horário de expediente: O debate político é livre, mas a campanha eleitoral (distribuição de panfletos de candidatos, pedido explícito de voto) não pode ocorrer durante o exercício de suas atividades laborais (aulas, reuniões de departamento, atividades administrativas).
Uso de bens públicos: É terminantemente proibido utilizar a estrutura da Uesb para campanha. Isso inclui e-mails institucionais, impressoras, papel, internet da universidade, carros oficiais e computadores dos laboratórios.
Espaço físico: Não utilize as dependências da instituição (salas de aula, corredores e auditórios) como comitês ou para reuniões voltadas exclusivamente a campanhas de candidaturas partidárias.
Como atuar então?
Sua liberdade de expressão política está plenamente garantida fora do seu horário de trabalho e fora do uso da máquina pública. Nas suas redes sociais pessoais, nas ruas da nossa cidade, nos finais de semana e horários de folga, somos livres para panfletar, virar votos e manifestar nossas convicções. No ambiente universitário, o foco deve ser o debate crítico e acadêmico sobre os projetos de país, a defesa da educação e dos serviços públicos.
Vamos juntas e juntos, com força, mobilização e responsabilidade, defender a universidade pública e o futuro do nosso país!